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sábado, 20 de novembro de 2010

Ética nas empresas



Ética é essencial a vida em todos os seus aspectos, seja pessoal, familiar, social ou profissional.

Hoje em dias as organizações se preocupam com a ética e adotam o hábito de checar o passado dos candidatos à alguma vaga.

Ser ético nada mais é do que agir direito, proceder bem, sem prejudicar os outros. É ser altruísta, é estar tranqüilo com a consciência pessoal. É também agir de acordo com os valores morais de uma determinada sociedade.

Portanto o sucesso ou o fracasso de um profissional está diretamente relacionado a questões éticas.

A contratação de portadores de deficiência nas empresas

Essa reportagem do Jornal Nacional sobre a contratação de portadores de deficiência nas empresas tem como principal empecilho a falta de qualificação dessas pessoas para as atividades disponíveis nas organizações, ressaltando que as vagas existem mas por esse motivo a maioria não são preenchidas. Veja o vídeo abaixo:

Avaliação de desempenho

Para que os processos e a produtividade de uma empresa sejam otimizados é preciso que ocorra avaliação de desempenho dos funcionários. Já que essa é uma ferramenta muito importante no gerenciamento de pessoal, pois ela proporciona uma análise sistemática do profissional em função das atividades que realiza.

A avaliação de desempenho deve trazer como resultados as informações necessárias para verificar as oportunidades que cada área pode oferecer.

Para um bom processo de avaliação é primordial:

1 - Que o treinamento de avaliação de desempenho sirva para unificar o conhecimento dos gestores com os objetivos, alinhando com a estratégia da empresa. É fundamental que a direção participe para assegurar que as competências avaliadas sejam as necessárias para atingir a visão da empresa.

2 - Utilizar o momento do treinamento para alinhar os formulários. Quando o RH descreve as competências, muitas vezes pode utilizar termos que dificulte o processo de auto-avaliação das pessoas com menor grau de instrução. Esteja aberto a novas formas de apresentar o documento, o mais importante é que seja eficaz e não estético.

3 - Reforce com os gestores as competências que estão sendo avaliadas e aprimore sempre que receber sugestões. Muitas vezes os próprios líderes não têm clareza nos conceitos e este deve ser o momento de auxiliá-lo no esclarecimento.

4 - Especifique a escala de desempenho. Quando utilizada com numeração, há uma exigência maior quanto a maturidade da gestão que deve garantir a interpretação, do contrário, pode gerar conflito de entendimento. O ideal para quem está iniciando com o processo ou possui um grupo de líderes em desenvolvimento, é usar conceitos como: ótimo, bom, regular e insuficiente, por exemplo.

5 - Utilize o endomarketing para divulgar a avaliação de desempenho. Prepare as pessoas para este momento, mobilize os canais de comunicação interna para que todos entendam o processo por completo enfatizando que o resultado é a perpetuidade das pessoas na empresa através do desenvolvimento de cada uma delas.

6 - Crie um plano de desenvolvimento na medida de cada pessoa e acompanhe estas ações, reconhecendo cada atitude positiva.

Os passo citados acima foram retirados do artigo "Potencialize a avaliação de desempenho" da autora Renata de Souza, que pode ser lindo na integra no link:
http://www.rh.com.br/Portal/Desempenho/Artigo/6835/potencialize-a-avaliacao-de-desempenho.html

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Como estimular a criatividade

Atualmente a competência e a criatividade dos profissionais são essenciais para o bom desempenho da organização, daí a importância de estar sempre atento as potencialidades de seus funcionários.

Para estimular a criatividade da equipe de trabalho o gestor pode seguir as sugestões listadas abaixo, que foram retiradas do site:http://www.rh.com.br/Portal/Criatividade/Dicas/6213/dicas-para-estimular-a-criatividade-no-trabalho.html


1 - A criatividade exige que o profissional esteja aberto à inovação. Para isso, a empresa precisa deixar claro que aceita mudanças que agregam valor ao negócio e aos próprios funcionários. Afinal, o meio organizacional vivencia mudanças em ritmos cada vez mais acelerados.

2 - O estímulo à implementação de novas ideias faz com que as pessoas sintam-se motivadas a apresentarem sugestões. O exemplo deve começar de cima, ou seja, os dirigentes, os líderes, devem dar o exemplo e serem os primeiros a oferecerem a inovação aos membros das suas equipes.

3 - Se uma mente é capaz de criar, propor inovações que façam a diferença para o negócio, quando a organização incentiva a integração entre os funcionários e possibilita que as pessoas troquem experiências, busquem ajuda para realizar determinadas atividades, o resultado certamente pode surpreender. Não há mais espaço para o individualismo no meio organizacional.

4 - Quem não errou é porque nunca tentou fazer algo. Através dos erros é possível encontrar o caminho certo rumo ao aprendizado. Se a primeira tentativa não alcançou os resultados esperados, o líder deve estimular sua equipe a não desistir, e nada melhor do que uma boa conversa. Assim, os profissionais poderão identificar o que não deveria ter sido feito e o que pode ser acrescentado a partir de uma nova tentativa.

5 - Equipes criativas precisam de líderes que deem um norte para as ações que irão desenvolver. Descentralizar atividades pode ser um caminho para que as pessoas soltem a criatividade que, muitas vezes, está presa reprimida em cada profissional.

6 - Uma organização que valoriza a criatividade possui canais de comunicação acessíveis. Quando um profissional toma conhecimento que uma determinada ação surgiu a partir da iniciativa de um colega da empresa, ele se sentirá motivado a inovar, a arriscar. Assim, haverá a constatação de que a companhia dá abertura para a inovação.

7 - Os gestores devem ouvir a opinião dos liderados. Se um deles chega e pede para apresentar a solução para um determinado problema, por exemplo, o funcionário merece atenção e ser ouvido.

8 - Ao ouvir a proposta de um profissional, se a alternativa apresentada não for viável, a liderança precisa saber dar feedback ao colaborador. Caso contrário, o funcionário perderá o estímulo para acrescentar diferenciais à empresa.

9 - O reconhecimento da criatividade motiva as pessoas a saírem da zona de conforto. Se a empresa valoriza o comprometimento do colaborador, certamente ele não ficará parado no tempo e no espaço, mas sim buscará alternativas que se tornem um diferencial tanto para o negócio quanto para o seu autodesenvolvimento.

10 - Treinamentos e atividades diferenciadas que estejam focados na lógica do negócio sempre são ótimas alternativas para estimular a criatividade dos profissionais.

Ergonomia

Ergonomia nos dias de hoje, devem ser vista como uma ciência que proporciona ao trabalhador se adaptar a uma deteminada tarefa, de maneira que ele não se esforce tanto, a ponto de perder sua integridade física e psíquica.


Para entender melhor sobre o assunto assista ao vídeo abaixo:

Talentos da Geração Y: um desafio para mantê-los nas empresas

No dia 17/11/2010 assisti uma reportagem muito interessante no jornal da globo, onde retratava os maiores desafios das empresas para manter talentos da geração Y.

Ela ainda mostra que em algumas culturas, como no Japão, o que vale é o tempo de serviço e não o talento. E é justamente essa prática que as organizações de hoje querem acabar.

A seguir segue a reportagem na integra, que foi retirada do site do jornal da globo:

"Empresas encontram desafios para manter talentos da geração Y
Os jovens querem progredir rápido e mudam facilmente de emprego em busca do crescimento. Já as companhias tentam estimular essa geração para mantê-los na equipe e melhorar a relação dos Y com os Baby Boomers e os X.

Um cafezinho. Bate-papo. Um bom livro. E a vista panorâmica de São Paulo. Não é nenhum barzinho, nenhum café, e o pessoal não está de folga. Todo o espaço, na verdade, é a ante-sala do trabalho.

O lugar é aconchegante, mas não tem mordomia para ninguém. Todo mundo, de estagiários a diretores, tem que pegar a própria xícara e, depois, colocá-la na máquina de lavar. Acabou o tratamento VIP que só os chefes tinham.

“Quanto mais você subia na hierarquia, mais status você tinha. As salas iam crescendo, o local onde era sua sala. Muitas vezes, você tinha o copeiro, copeira, servindo café, fazendo os serviços, ou seja, mostrava que a hierarquia era presente e que tinha as diferenças dentro da organização”, diz Adriana Tieppo, diretora de recursos humanos da Boehringer.

Os chefes também perderam as salas. Agora, senta todo mundo junto. Com as mudanças, a empresa quer mostrar que há chance para todos. “O crescimento é pelo seu potencial de realização. Seja a idade que você tem, ou mais jovem, ou mais velho, não tem preconceito por nenhum dos lados”, afirma Adriana.

A empresa, do ramo farmacêutico, tem mais de 600 funcionários, bem distribuídos entre as diferentes gerações: os "baby boomers" (25%), nascidos entre o fim da Segunda Guerra e a metade da década de 60; a geração X (42%), de quem nasceu entre a segunda metade dos anos 60 e nos anos 70; e a Y (32%), formada pelos nascidos dos anos 80 até meados da década de 90.

Na empresa, a perspectiva de crescer e o tratamento igual entre todos estimulam, principalmente, a geração Y, que não dá muita bola para hierarquia. Já a geração X tem que se acostumar a não ostentar tanto o poder de chefe.

“O RH das empresas está preocupado com a maturação deste geração X para que ele seja mais benevolente com essas questões de hierarquia, que não são respeitadas pela geração Y. Muitas vezes, quando essas duas gerações se batem, dado que a geração Y não tem tantas âncoras, não tem tanta responsabilidade, o que acontece? Ele vai trocar de empresa”, afirma Renato Trindade, presidente da Bridge Research.

E se a geração Y gosta de prazer e de tecnologia, foi criado um cantinho para eles. “É um espaco diferente, diferente de você estar ali, dia inteiro na frente de um computador, são oito horas. Então, você vem aqui, dá uma distraída. A hora que você volta, volta com mais gás, volta com mais vontade”, diz Raphaela Guedes, analista de trade marketing.

Uma empresa de tecnologia da informação também incorporou o jeito mais informal da geração Y para melhorar a convivência com os jovens. O jeans foi liberado. Dá para trabalhar de casa duas vezes por semana. Os funcionários ainda viajam para ajudar comunidades de países pobres.
Isso motiva o Y Eduardo Ikeda, coordenador de inteligência de mercado da IBM. “Você tem que sentir que sua empresa, de alguma maneira, contribui para um mundo melhor e, ao mesmo tempo, ter qualidade de vida”, diz.

A empresa está até criando um comitê para "discutir as relações". “Esse comitê é formado por pessoas de diferentes gerações, e elas vão fazer uma troca das necessidades de cada um”, explica Gabriela Herz, consultora de RH da IBM.

Em outra empresa, que tem escritórios em 40 países, o intercâmbio é uma forma de estimular o pessoal. Uma das funcionárias foi enviada para Londres.

Jovens dos cinco continentes correm para Londres em busca de oportunidades. É a cidade que mais recebe estudantes brasileiros na Europa. Conseguir também uma experiência profissional por lá pode significar um salto e tanto na carreira.

Sorte e mérito de Daniela Godoy, de 28 anos. Ela entrou há pouco mais de um ano na filial brasileira de uma empresa britânica. Logo, os diretores identificaram várias habilidades na jovem: capacidade de liderança, visão crítica, inglês fluente. Daniela foi escolhida para ir a Londres por seis meses para ajudar a criar a política global de RH do grupo.

“Carreira internacional, ter uma exposição internacional, foi uma coisa que eu sempre quis. Então, quando eu entrei numa empresa multinacional que podia me dar essa possibilidade, eu corri atrás disso”, diz Daniela.

Mas e quando nem mesmo o mais talentoso dos jovens encontra espaço para crescer? É o que acontece em muitas empresas japonesas. Os mais velhos mandam, os mais jovens obedecem. E pronto. É a lógica de um sistema hierárquico extremamente rígido que impera na sociedade japonesa, chamado “senpai-kohai”, ou veterano-novato. O sistema tem origem no século XVI, quando o Japão era comandado por chefes militares, os shoguns. A sociedade era dividida em cinco categorias.

O sistema foi abolido oficialmente No século 19, mas a influência permanece até hoje. Há uma palavra em japonês para definir como a sociedade japonesa como deve funcionar: “tate shakai”, ou seja, uma sociedade vertical, em que todo mundo sabe seu lugar, deve obediência para quem está acima e manda em quem está embaixo. Quem mais sofre com isso são os jovens, já que a ascensão se dá, por tempo de serviço e não por mérito ou talento.

Um professor universitário que estuda o tema diz que o Japão terá que tornar as relações entre as gerações mais flexíveis pra concorrer com países que dão chances aos mais novos. Um dos ganhadores do Nobel de Química deste ano endureceu o tom. Radicado há 40 anos nos Estados Unidos, Ei-ichi Negishi aconselhou todos os jovens pesquisadores japoneses a abandonar o Japão, como ele fez, porque, no país onde nasceram, não haveria futuro para eles.

No Brasil, as empresas se preocupam em não perder os jovens talentos, mas, às vezes, para aproveitar melhor a energia e a criatividade da geração Y, é preciso puxar o freio deles. Em uma multinacional de eletrodomésticos, existe uma área onde a geração Y é estratégica: inovação.

“É uma geração que tem muita vontade de mudar o mundo, querem fazer tudo muito rapidamente e olham as coisas de uma perspectiva diferente”, afirma Mário Fioretti, gerente de inovação da Brastemp.

Mas, no ambiente corporativo, inovação não é mudar o mundo. “Inovação é pensar diferente. A ansiedade, misturada com a ordem e a disciplina que tem que ter, para se ter um método. Eu diria que, de todas as ideias que surgem, talvez menos de 10% são aproveitadas, e como lidar com essa situação com uma garotada que quer mudar o mundo?”, diz Fioretti.

Como? Afinando a empresa com o perfil da geração Y. “Ela é super aberta, é bem Y, por assim dizer, é bem informal. Você tem acesso a diretores, vice-presidentes, gerentes com uma facilidade tremenda. Acho que isso faz com que eu me sinta bem aproveitada, você é ouvida”, diz Juliana Harumi, especialista de inovação.

“A gente, às vezes, acha que todas as ideias são as melhores, que vão dar certo, e nem sempre é assim. As conversas chegam a um ponto comum. A gente troca muita ideia, então, se a ideia não vai para frente, ela tem uma justificativa”, explica Fábio Furlan, analista de inovação da Whirlpool.

E enquanto muitas empresas estão se adaptando pra não espantar a geração Y, outras nem precisam disso. Elas já nasceram pelas mãos desses jovens. É o que você vai ver na próxima reportagem.

O Jornal da Globo entrou até na sede do Facebook, na Califórnia. Ele foi criado por Mark Zuckerberg, um gênio da geração Y que virou milionário. Mas, dentro da empresa, ele é um funcionário igual aos outros."

E para assistir ao vídeo clique aqui.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Seleção de pessoal: a pessoa certa no lugar certo!

Mestrado ou MBA fazem a diferença?

Como hoje em dias as políticas de ensino variam muito entre as empresas, existe uma questão muito discutida entre os diretores de recursos humanos em relação as diferenciações dos funcionários que possuem um mestrado ou MBA.

Algumas empresas acreditam que o mestrado e MBA não fazem diferença na hora de se contratar um funcionários, outras defendem o contrário, mas acreditam que esse ensino deve ser responsabilidade de cada um, não tendo a empresa que arcar com nenhuma dessas despesas.

Veja a opinião de cinco diretores de Recursos Humanos sobre o assunto:

“Eu acredito que todo processo de aprendizado torna uma pessoa melhor. Não necessariamente tem de ser um MBA ou um mestrado, mas tem a ver com o propósito do profissional. Tem gente que acha que o curso é só um meio de conseguir promoção ou aumento de salário — e não tem valor algum. O valor está em como pôr isso na prática, em aplicar o que foi aprendido. Viagem, leitura, MBA, toda essa gama de conhecimentos, se o funcionário está aberto ao aprendizado, tem valor enorme. Quando faz um curso fora da empresa, o colaborador troca experiência com gente de outras instituições. Ele sabe o que está acontecendo na empresa A, B ou C, escapa do comodismo e das frases prontas — e ganha consistência profissional. Em resumo, o mais importante é a atitude: podemos ter uma pessoa cheia de títulos, mas que não é capaz de repassar o conteúdo, não transforma o ambiente onde está e não aproveita nada.”
ADRIANA TIEPPO
Diretora de RH da Boehringer

“Acredito que o mestrado forma o funcionário para a vida acadêmica e o MBA, para o mercado. O MBA sempre melhora a pessoa, amplia sua capacidade de busca, de análise, e dá uma visão endêmica, mas isso é difícil de mensurar. O indivíduo evolui e, se ele estiver comprometido com a organização, leva isso para dentro. Mas creio que o resultado é muito menor do que um programa formatado para a empresa. Posso pagar um MBA para o funcionário na FGV, na FIA, ou até no nosso instituto, mas esse curso não tem compromisso com o impacto no trabalho aqui dentro. Por isso, em breve, começaremos um curso montado de acordo com o perfil do funcionário que queremos para o hospital, com o perfil do indivíduo e com a área. É o que chamamos de mestrado profissional: ele vai garantir que o aluno volte para a empresa realmente diferente — ou seja, melhor. Um gestor vai acompanhar o trabalho e o aprendizado dele e a avaliação de desempenho amarrará tudo isso.”
FÁBIO PATRUS MUNDIM PENA
Superintendente de gestão de pessoas do Hospital Sírio-Libanês

“O MBA dá ao funcionário uma visão global de como as coisas acontecem e ele fica preparado para defender uma ideia perante a diretoria. No MBA, ele ainda desenvolve competência de relacionamento interpessoal, pois trabalha com pessoas de diversos locais e precisa respeitar as ideias de cada um; também aprende a trabalhar em grupo, absorvendo num momento o papel de líder e em outro o de participante. E isso ele traz para dentro da organização, onde também há pessoas diferentes e hora certa para se pronunciar. A Otis tem um programa para pagar integralmente faculdade, pós-graduação ou MBA que qualquer funcionário queira fazer — e o curso nem precisa estar ligado ao seu trabalho. Isso porque nós queremos ter uma força de trabalho bem formada. Incentivamos os mecânicos, muitos só com o Ensino Médio, e isso faz diferença para a carreira deles e para o negócio, pois eles sentem que têm um compromisso com a empresa, e acabam usando o que aprendem lá fora no dia a dia do trabalho. Por isso, investimos 3 milhões de reais só nesse benefício e este ano temos 350 funcionários participando do programa. Por fim, isso também ajuda a reter e a atrair o funcionário — nosso turnover é de 2,15%.”
LUCILENE R. SCURATO
Diretora de RH da Elevadores Otis

“Eu acredito que graduação ou pós-graduação amplia a visão do funcionário sobre um negócio. A pessoa que escolhe o mestrado se interessa por dar aula, ou por fazer uma pesquisa mais aprofundada, por exemplo. Já o MBA é mais abrangente, serve para trocar experiência com os outros profissionais, ampliar a visão e trazer novas ideias para o negócio. No Carrefour, quando fazemos um curso interno, percebemos maior integração entre os funcionários, porque eles observam a realidade de diversas áreas: o funcionário do financeiro discute com o de operações, que discute com o de marketing. Temos um comitê que avalia a performance dos profissionais e comprova que as pessoas que investem na preparação acadêmica acabam tendo um desempenho melhor do que as outras.”
MARIA CAROLINA BRASIL BORGHESI
Diretora de RH do Carrefour

“Eu penso que o mestrado e o MBA dão margem para o funcionário navegar e desenvolver-se por outras áreas, obtendo conhecimento variado. Quando o funcionário está numa determinada área, num determinado local, seu conhecimento fica restrito àquele meio. Então, o curso acadêmico permite que ele conheça outras competências. O profissional de RH, por exemplo, aprende algo de finanças, produção e logística, e isso consequentemente amplia seu conhecimento. E daí, quando uma dessas áreas for citada, ele consegue conversar sobre o assunto, ilustrar com práticas efetivadas de determinada empresa, ou de modelos construídos dentro dos cursos. Via de regra, as pessoas fazem o trabalho de conclusão de curso ligado à sua atuação, mas na minha cabeça elas não precisariam fazer isso. Eu vou na linha do ampliar conhecimento, promover conhecimento diferente.”
ROBERTO TONIOLI
Diretor de RH da Klabin

O texto “Você acredita que um mestrado ou MBA torna um funcionário melhor?” escrito por Tatiana Sendim, que pode ser encontrado na integra e com as opiniões descritas acima no link: http://revistavocerh.abril.com.br/noticia/rhfala/conteudo_583217.shtml

Para descontrair

Como reverter resultados negativos em sua equipe


Quando a equipe de trabalho não está tendo os resultados esperados pela organização, não quer dizer que o gestor desta equipe não é competente, já que como o mercado está em constante mudança não é possível que todos os fatores que interferem nos resultados sejam controlados.

No entanto esses resultados negativos podem ser revertidos apartir de algumas ações que o líder pode adotar, são elas:

1 - Convide sua equipe para uma conversa aberta e exponha a situação. Mostre que é preciso adotar ações rápidas para reverter a situação, pois sempre é possível encontrar uma alternativa para aliviar e solucionar problemas.

2 - Em hipótese alguma, deve-se culpar um único funcionário pelos resultados negativos. Isso porque se algo deixou de ser feito, há outros profissionais que formam a equipe e que devem estar atentos ao andamento das atividades do seu departamento.

3 - Converse individualmente com cada membro da sua equipe. Tente identificar os pontos fortes de cada um, bem como os que precisam ser trabalhados. Talvez, durante um "bate-papo" com algum dos subordinados, você identifique a "brecha" que contribuiu para a não obtenção dos resultados esperados.

4 - Saiba ouvir sua equipe. Para isso, solicite que cada um apresente ideias, que podem melhorar a performance da equipe. Por mais simples que seja uma sugestão, ela pode ser o ponto de partida para reverter o quadro negativo.

5 - Quando uma boa ideia for apresentada por um dos profissionais que formam seu time, convide os demais para apresentar a alternativa. Esse é o momento para amadurecer a sugestão e ver se é ou não viável colocá-la em prática.

6 - Durante o processo de reversão do quadro, não guarde informações para si. Como líder, você precisa compartilhar os resultados com os demais profissionais. Isso permitirá que todos tenham ciência de como se encontra a situação e o que cada um pode agregar de valor para o alcance das metas.

7 - É comum que em momentos de crise surjam conflitos entre os membros de uma equipe. Se isso for observado, não deixe que esse tipo de problema ganhe proporções. Convide os envolvidos no "desentendimento" para um diálogo aberto e os faça entender que jogar pedras em nada melhorará a situação.

8 - Mostre-se aberto aos profissionais que se encontram inseguros diante de uma situação de crise. Como você está na condução do barco, caso alguém demonstre sinais de desmotivação, converse com a pessoa antes que os demais profissionais também entrem no processo de apatia.

9 - Se a estratégia que você traçou junto com sua equipe não está dando certo, é o momento de rever as diretrizes e ser "redesenhado". Não deixe para amanhã o que pode ser feito hoje.

10 - A cada resultado expressivo que foi alcançado, aproveite o momento para mostrar que o empenho de todos está sendo válido. Isso fará com que a equipe sinta-se mais coesa e estimulada com os objetivos a serem conquistados.

Essas dicas foram retiradas do texto de Patrícia Bispo, que pode ser encontrado no link:http://www.rh.com.br/Portal/Lideranca/Dicas/6732/reverta-os-resultados-negativos-da-sua-equipe.html

Motivado x Bola Murcha

Encontrei muito interessante sobre motivação, é uma parte retirada da palestra do Daniel Godri, vale a pena conferir.

Conformismo: Quando é a hora de mudar?


Foi trabalhado um texto em sala chamado “A vida é um milagre” do autor Eduardo Shinyashiki publicado na revista Você RH, que traz uma pesquisa realizada pela Korn/Ferry, onde ela destaca que a maioria das pessoas não estão satisfeitas com suas profissões.

Isso nos leva a imaginar os motivos pelos quais essas pessoas caem no conformismo e não buscam nenhuma forma de mudar, deixando essa mudança sempre para depois. Um desses motivos pode ser a rotina em que essas pessoas se encontram, fazendo com que elas esperem por algum tipo de milagre, como ganhar na loteria ou receber uma herança, para assim alterar os rumos de suas vidas.

O texto pode ser encontrado no link: http://revistavocerh.abril.com.br/noticia/especiais/conteudo_590688.shtml

O processo seletivo no Brasil é considerado o mais rápido do mundo


A notícia “Empresas brasileiras são as mais rápidas no processo seletivo”, publica pela revista Você RH, mostra uma pesquisa realizada pela Robert Half sobre o processo de seleção, na qual o Brasil foi considerado o mais rápido do mundo.

A pesquisa revelou que nas empresas brasileiras 72% das contratações duram em média de duas a três semanas, já no resto do mundo esse tempo sobe para cinco semanas.

Através dessa pesquisa, também foi possível traçar o perfil do profissional esperado pela maioria das empresas.

A notícia pode ser lida na integra no link: http://revistavocerh.abril.com.br/noticia/conteudo_582479.shtml

Obs: Atividade dada em sala de aula pela professora Fernanda em 16/11/2010

terça-feira, 24 de agosto de 2010

A importância dos processos de recrutamento e seleção

Estive pesquisando sobre os temas tratados em aula e encontrei um artigo interessante sobre recrutamento e seleção de pessoal dentro de uma organização.

O artigo “A importância de Um Recrutamento e Seleção de Pessoas Eficaz”, do autor Angelo Peres retrata as diferenças entre esses processos no passado e nos dias atuais, o que faz diferença no momento da contratação e quais os conhecimentos e informações são necessários aos profissionais da área de Gestão de Pessoas ao recrutar e selecionar candidatos.

Quem se interessar pelo artigo, ele está disponível em:
http://internativa.com.br/artigo_rh_02.html

Comentário sobre o filme "Quase Deuses"


Sinopse: “Nashville, 1930. Vivien Thomas (Mos Def) é um hábil marceneiro. Ele é demitido quando chega a Grande Depressão, pois estavam dando preferência para quem tinha uma família para sustentar. A Depressão o atinge duplamente, pois sumiram as economias de 7 anos, que ele guardou com sacrifício para fazer a faculdade de medicina, pois o banco faliu. Thomas consegue emprego de faxineiro, trabalhando para Alfred Blalock (Alan Rickman), um médico pesquisador que logo descobre que ele tem uma inteligência privilegiada e que poderia ser melhor aproveitado. Blalock acaba se tornando o cirurgião-chefe na Universidade Johns Hopkins, onde está pesquisando novas técnicas para a cirurgia do coração. Os dois acabam fazendo um parceria incomum e às vezes conflitante, pois Thomas nem sempre era lembrado quando conseguiam criar uma técnica, já que não era médico.”

O filme “Quase Deuses” despertou minha atenção, pois apresenta pontos relacionados a Gestão de Pessoas, como por exemplo a contratação de um funcionário por indicação, já que foi assim que Vivien conseguiu o emprego de faxineiro no laboratório médico do Dr. Alfred Blalock. Outro aspecto encontrado foi a seleção de Vivien na qual houve a identificação das habilidades em manusear os instrumentos médicos, mostrando que Vivien possuía uma inteligência espetacular. E a partir daí é possível perceber outro fator, o recrutamento interno, pois ele passou de faxineiro a assistente do Dr. Blalock.

Para melhor entender o filme, recomendo que o assistam.